domingo, 26 de fevereiro de 2012
Estranhas pessoas, estranhos hábitos. Estranhos daqueles que decoram frases feitas e põe-se a duvidar. Duvidam sem motivam, criticam sem fundamento, mas sabem que a razão está do meu - nosso, contudo - lado. Estranheza aquela das pessoas que não pensam antes de falar e pensam que a vida corre assim, não fazem mais porque "não consigo", mas pedem a Deus que algo aconteca. Deus é a salvação do povo, o único que nos consegue perceber, porque é simplesmente a única verdade em que conseguimos, de facto, nos apoderar. Apoderamo-nos de Deus, queremos realmente que ele explique os factos mais estranhos da nossa vida, do nosso ser, porque sabemos que ele é a resposta mais viável e mais inconfundível. Que tal, em vez de tentar arranjar respostas, fazermos as perguntas? Vamos começar a fazer as perguntas, em vez de respondê-las de cabeça. Vamos pensar. Estamos aqui, por algum motivo. Não há nada nem ninguém que possa mudar o facto de estarmos aqui, somente nós. Será que alguém tem poder sobre nós? Será que nós, na verdade, temos poder sobre nós? Será que existe vida para além desta? Ou podemos confiar em teorias do passado? Tantas perguntas, que TEMOS resposta. Perguntas pensadas, faladas, escritas por uma pessoa vulgar. Nós temos resposta para todas as perguntas, está escondida em cada corpo, cada alma, cada sorriso, cada olhar que se esconde atrás de um olho azul, verde ou castanho. Ainda há quem, por cima destas três cores naturais - azul de céu, verde da natureza e castanho da terra - queira pôr mais cores. Ao fazer isso, o vosso olhar só se esconde por detrás de mais e mais sombras - falsas. Vermelho, nos olhos? Para quê? Se tens 3 opções: Se tens o castanho, da terra, apaga o fogo? Se o azul, de mar, também o apaga. E se o verde, apazigua, põe a pureza por cima de qualquer coisa.
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